segunda-feira, 31 de julho de 2006

felicidades paralelas

O mundo, as pessoas, as histórias. Todos sob o mesmo sol. E era dentro do conjunto das possibilidades que essa duas retas estavam contidas.
Dizem que reta é uma junção de uma infinidade de pontos. Então já não sei se ousaria os chamar de retas ou semi-retas. Que por mais infinitos que os dois fossem eles tinham um começo e um fim. E assim se fizeram analiticamente calculados:

Ela, na sua felicidade barata de ser professora de matemática de uma escolinha particular qualquer. Ele? Físico. Tão exatos que não se permitiam acontecer.
E nunca se encontraram em vida para viver uma grande história de amor.


Mas aprenderam cedo que as paralelas se cruzam no infinito e dividiram covas vizinha, compartilhando os mesmos vermes, pois, o que não sabiam é que o ifinito das semi-retas é apenas o ponto final.



E o conjuto das possibilidades era um conjunto vazio.

"...Não esqueça a escova, o sabonete, o violão"

É, eu sempre escuto coisas do tipo: quando casar sara, sofrimento tem data de validade, pra curar um amor platônico só uma trepada homérica.
E o disco não muda.
Sabe, talvez paciência seja realmente uma virtude mas chega um momento da existencia humana (ohhhhh) que as coisas precisam de uma resolução! Porque tudo tem o tempo certo pra acontecer mas pra NÃO acontecer o tempo é indefinido, tipo ad infinitum.
Aí você consegue alimentar qualquer ilusãozinha rápida.Qualquer coisa que vá te distrair por tempo suficiente para que você esquecer que dói. (tipo quando você tá brincando e se machuca e nem percebe que machucou...)
Você pode também tentar aculpumtura, Yoga, rpg, macumba, natação, rapel, balonismo, masturbação, indie rock.
Qualquer coisa é bem vinda...
E sempre que me perguntam o 'como vai?' eu estou só cansada. E de fato : CANSAÇO!
porque os meus post parecem sempre tão iguais? Acho que é porque eu só escrevo aqui quando tudo explode.

e explodiu. quebram janelas e espalhando estilhaços de vidros blindados...Que vão me machucar mais tarde.




Hit me baby one more time! \o/

domingo, 30 de julho de 2006

de repente você descobre que ainda está vivo.




existe medo.






e encanto.

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Agora é tarde: Inês é morta

E você cai na rede: Isca perfeita, ponto fraco exposto.
E agora é isso, assim, que nem medo antigo...




Não combater é uma forma de ganhar quando a maior derrota na frente do outro seria lutar?

sábado, 13 de maio de 2006

Eu costumava colecionar chaves. Talvez para abrir a porta que não tem fechadura.
1:24 da manhã. Qualquer coisa para me ocupar. Espero em vão o meu mais novo foco de expectativas que nem sequer existe! Uma ligação foi suficiente: A preocupação demonstrada, uma possibilidade traçada, uma hora. O suficiente.
1:26 da manhã. A mesma hora de ontem! A velha brincadeira é tão mais cruel do que a velha 'cortada'. Remete verdade...A mesma hora de ontem, você lembra?
Um eco e uma mancha..O que você vai ser daqui a dois minutos?E daqui a dois milenios? O que você vai ser, me diga, se as horas são sempre as mesmas?
1:29 É assim: Ela esperando uma coisa qualquer. Ele(?) esperando qualquer coisa. Um acordo comum. Convenções. Algum tempo que varia (mesmo que o tempo seja sempre o mesmo) e o fim. E nem sequer começou.
1:31 Está tudo na sua cabeça. O estômago dói. Não vai ser dessa vez. Não vão ser das outras também. O que você quer combater nasceu com você. Vai morrer com você.Vai além das metonímias e promessas.
1:33 e nem sequer um minuto passou

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Na minha casa vai ter um jardinzinho para todas as lagartar.futas.borboletas. morarem! E não venha me dizer: ECA! sua casa cheia de minhocas! que nem é assim, tá! :)
é engraçado: É mais de meia noite eu eu estou aqui, atrás de cinema. E de repente eu abro a página de um diretor chamado Krzysztof Kielowski.E o melhor: sinto uma vontade incontrolável de ver seus filmes! Olha só os nomes: Não Amarás, A Liberdade é Azul, A fraternidade é vermelha, a Igualdade é branca.
Aí cê imagina a tristeza que dá: Um filme polonês de 1994. ONDE EU VOU ACHAR NESSA CIDADE? Talvez eu só queira ver porque é o maisunderground de todos (não tem nem foto do filme no Adorocinema.com)!
Mas, vai, é tão bonitinho:" Jovem de 19 anos munido de uma luneta começa a observar a vida da sua vizinha (uma mulher madura), que mora defronte ao seu apartamento. Ele fica obcecado por ela e enquanto observa sua vida sexual (na qual o amor não existe), ele esquematiza subterfúgios para se aproximar dela. Com o tempo ele revela seu amor, mas ela o humilha e algo surpreendente acontece nesta relação."
Será que é tão dificil encontrar esse filme assim? Bah! Eu até procuraria mas amanhã eu acordo e nem lembro mais! afinal, oh o nome do cara.
Vou dormir triste hoje. Que pena! :*









Ps: O melhor são as três únicas críticas sobre o "Não Amarás".As pessoas dizendo que foi o melhor filme que viram na vida. ;~ E se fosse o meu?

domingo, 7 de maio de 2006

é muito feio ficar feliz porque se ganhou um DVD quando a vizinha morreu?Eu sei que o respeito pela morte vem sumindo mesmo, na sociedade, mas é que volta e meia acho que foi até melhor.
Era uma senhora velhinha já! Passava o dia na porta com um deficiente radinho de pilha e já não falava coisa com coisa...Tinha uma cara de cansaço...
E já foi. E os familiares rezam o terço enquanto eu vejo filme.

O final da história?

tantos eles quanto eu estaremos comendo salgadinho com refresco mais tarde.

Mas sempre tem quem sente mais!

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Retrosexo

Menos cinco horas. O pincel apagava as linhas escuras que formavam na tela um desenho que ela ainda não conhecia. Menos três cigarros. Abriu a janela. A gotas de chuva pareciam fazer o caminho inverso.53 segundo voaram no leve tocar das palavras e com mais 7 deles poderia ter mudado a direção dos fatos. Mas não!
Fazia tempo que as palavras não reinavam mais naquele vale: Já não se mudava mais o mundo com letras.
Menos dois cafés. Nessa altura já havia desistido dos pinceis: usava os dedos para apagar o retrato desbotado de um futuro. As formigas subiam em suas pernas, invadiam seu sexo, sua boca, suas narinas. Dormência desconhecida. Menos 20 gramas de pó. Juntava agora todos os cacos de vidro espalhados pelo chão formando um copo. (porque, meu Deus, porque? O absurdo tantas vezes assistido insistia em se repetir. Os ponteiros insistiam em andar no sentido horário. A chuva insistia em molhar os telhados.)Menos três horas. Ela rasgou todas as cartas, pisou em flores, riscou as paredes.Menos quinze minutos.Ela fechara a porta e fitava aqueles olhos antigos prestes a lhe dizer a verdade.

quinta-feira, 4 de maio de 2006

Never Change...
















" He says: when you gonna make up your mind
When you gonna love you as much as I do
When you gonna make up your mind
Cause things are gonna change so fast
All the white horses are still in bed
I tell you that I'll always want you near
You say that things change my dear..."

Tori Amos -Winter


(a pedidos do meu papai, a fonte!)

"Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu..."

E eu hoje escovando os dentes e tentando fazer poema me lembrei que alguém já havia escrito. Acordei com aquela leve impressão de que estava esquecendo depois de ter passado a noite inteira lembrando.
Mas é leve. Como se fosse o vento que estivesse levando! Nada de outra paixão avassaladora que arranca pedaços e tira o sono...é só o vento que está levando e isso é tão bom. Porque por mais que se tenha esperado que fosse para sempre um dia, a consciência de que acaba acalma profundamente.
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Quando eu volto do curso de inglês eu sempre pego o ônibus no sentido centro e espero fazer a curva. O centro dessa cidade a noite é algo que não existe, de verdade. O Palácio da Maçonaria aceso, a Faculdade de Direito, O IJF, um sebo ao lado de um motel ao lado de uma loja de produtos de macumba! E pessoas que vão para lá e para cá...
Eu em sinto meio perdida no meio daquilo tudo. Eles parecem figurantes de um filme...Ou será que sou só eu que estou figurando o filme deles? Seja lá como for, é um roteiro muito bem escrito! (em laudas ou em dias?)
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Eu baixei a trilha sonora de "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças". É algo meio diferente pois a trilha do filme é feita por um cara chamado "Jon Brion". Não são apenas um monte de músicos que emprestam uma música para aparecer no filme. Tem a participação de outras bandinhas legais sim, mas o mais legal é o modo com que o Jon Brion fez as músicas especialmente para cada cena! Nada mais justo, não? Um filme experimental, com um Jim C. experimental (nem parece o Ace ventura :P) e uma trilha sonora experimental! Enfim...
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Semaninha de prova, ê ê! :)
Falta de coragem e criatividade.
Eu descobrir que oscilar é verbo de Ócio. :P Acredite.
aiai. Não consigo pensar quando está passando 'Bom dia e Cia'
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Every body got to learn sometime...

quarta-feira, 3 de maio de 2006

geometria with lasers

Arranjei uma forma de me forçar a escrever. Não, não vai ser do jeito que eu gosto ou até mesmo do jeito que quem ler prefere. Vai ser só isso: um amontoado de letras falando sobre algo que você, meu bem, não entende...Porque eu não deixo. Tá, não é bem assim...Não é verborragia ou 'desabafo com métrica'! é só o 'tec-tec' de um teclado contando coisas que interessam (ou não).
Ontem o presidente da Bolívia resolveu estatizar (tornar estático ou tornar estatal?) a porcaria do petróleo do país. E o que o eu tenho haver com isso? Duvido que o meu professor de geometria analitíca vá perguntar as conseqüencias disso para o Brasil. Tá certo que eu também não estou salvando as baleias e vai ter muita gente insatisfeita com isso, certo? E mesmo assim isso não resolve o meu problema.
Que coisa mais 'adolescente frustrada', em? Falar de geometria analítica e de baleias que não são salvas e de petróleo e do que interessa ou não. =P
Mas o melhor é isso mesmo, ser uma adolescente rebelde. >) tá, parei. Já passei dessa fase e eu acho sim, bonito quem dedica a vida a salvar as baleias.
Eu devia dedicar minha vida a estudar geometria. Mas tarde a provinha vai estar lá, na minha frente, bem quentinha. E eu vou fazer assim: Se o B é negativo eu chuto pra esquerda. Se ele é positivo eu chuto pra direita! e se não tiver B? Aí, eu chuto o balde.
Não sei quem me disse que a gente sai da escola exatamente quando não aguenta mais. Agora eu entedo porque eu não suporto mais: Eu repeti o jardim II! =O Porque, porque?! nasci em agosto! Oh, sim... E já vai dar 11 h! Aí a moça nem estuda história nem estuda matemática. Mas isso passa, não é?! Passa! quem não passa sou eu e lá vai mais um ano no anual. E enquanto isso meu iludido pai espera que eu faça Direito! eu vou fazer direito, pai..Não Direito!

Ok, ok. veja bem: Bissetriz: a1x+b1y+c1/ \/¯a1²+b1² = a2x+b2y+c2/ \/¯ a2²+b2²

tá, eu não entendi. e nem vou! Fica pro 5ª bimestre (lá na escola chamam de recuperação)
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eu criei por dois dias uma lagartinha bonita. Não podia tocar nela porque meu pai disse que ela queimava então ela vivia num potinho com furinhos. Eu fiquei com pena, sabe? Deve ser muito triste te tirarem do jardim pra te colocarem num pote que um dia guardou nata. então eu coloquei folhas e areia e umas pedras. Ela parecia feliz.Até que ela começou a soltar teias estranhas e eu pensei que ela estava morrendo. Ela subiu e grudou as ventosas na tampa e eu em perguntava por que raios uma criatura iria querer morrer de cabeça pra baixo! Ontem quando eu acordei, adivinha? Ela tava fazendo um casulo! ela se encolheu toda e fez o casulo. Fantastico! =~
Agora ela tá lá dentro, só deus sabe quando ela sai e se ela sai. Espero que saia uma borboleta bem bonita. O nome dela vai ser Brigitte e sim, eu vou solta-la.
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enfim, vou voltar a Revolta da vacina! Até mais tarde ou amanhã. Não sei! =**







Ps: é tão mais fácil escrever assim. Falar do que está por fora, das horas cronológicas, das coisas simples. Deixar de lado os personagens complexos que desviam as poças de lama e tem medo de escuro. Deixar de lado as pobres nordestinas que não sabem se estão vivas e escutam a radio-relógio. O mundo vai girando e viver vagamente, assim, carregando os dias parece o caminho mais fácil. E um dia ele me disse que existem dois caminhos: O mais fácil e o correto.
E devia ter aprendido com as personagens de contos de fadas: Macabea e Chapeuzinho Vermelho. :P

terça-feira, 2 de maio de 2006

procurava nela o que faltava.
e isso não é novidade.

domingo, 2 de abril de 2006


















"O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome...
[...]
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos...
[...]
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte..."

João Cabral de Melo Neto













E porque?

segunda-feira, 6 de março de 2006

Sol e Chuva

...ele girou a manivela da caixinha de música mais uma vez: A leve sensação de que o tempo passa mas o sangue que corre nas veias será sempre o mesmo.

O sol se escondendo atrás das nuvens, o asfalto molhado, os fios elétricos ligando os postes...Um dia comum talvez e ele nunca entendera como podia o tempo ser tão confuso: sol e chuva em um mesmo minuto.A mesma música tantas vezes, a mesma sensação...Resgatava o que sentiu em algum tempo passado daquela forma e não entendia que mecanismo na música o fazia transbordar.
Quando era menor já havia sentido coisa parecida: O seu quarto, seus vinis, seus lápis de cor.. Criava heróis e destruia mosntros. Volta e meia achava chato ser sempre bonzinho e se transformava num grande dragão de asas negras, lançando fogo sobre o castelo de lego que havia montado. O soldado sempre salvava a princesa do vale de gelo e o índio chorava dias a fio com saudade do seu irmão que havia partido para derrotar yorkes que viviam para lá das montanhas de Yashua.
Esse sentimento havia ficado perdido em alguma brecha de seu passado onde ele não podia entrar, mas lembrava de seu cheiro e das suas cores...Lembrava de como aquele sentimento antigo parecia lhe emprestar asas, como aquela sensação que não tinha nome e que era só dele conseguia transportar-lhe para qualquer lugar onde nunca esteve...como aquela sensação agridoce lhe fazia resgatar lembranças de coisas que nunca viveu.

Mas a música não... a música não era como ele! A música poderia ser do tamanho que quisesse, poderia atravessar paredes, mergulhar em oceanos, entrar por suas fendas... E entrou. Agora, dentro dele ela aglomerava moléculas de vida e as fazia dançar ao seu ritmo...E ele sentia o coração bater em uma única nota: estava vivo.
Com o rosto molhado e a cabeça descansada no ombro de outro alguém entendeu porque o sol e a chuva estava alí, juntos em um único minuto: Era assim que se fazia um arco-íris! E descobrindo isso lembrou que assim respondia uma das perguntas daquele menino que fora... Havia crescido, e sabia: Algo novo crescia dentro dele.

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

as coisas acontecem. Agora negue esse fato! ...e as coisas continuam acontecendo!
A questão é: não existe final feliz.

não me conformei ainda... Vamos tentar denovo:


as coisas acontecem e isso é natural e faz parte do processo e blablablablabla... e vai ficar tudo bem! =T

não convenceu... a última vez:

as coisas acontecem. e que diferença faz se hoje em dia objetivos são descartaveis esuperhigienicos?!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2006

- as histórias têm que ter início, meio e fim. E no meio, nesse tal de meio tem que ter uma história de amor. Senão, não tem graça.
- Mas querida, não é só de histórias de amor que o mundo é feito... Existem também as artes...Existem as guerras!
- ... Ah, querido! E que guerra nesse mundo é maior que o amor?
- Clichê!

Então ela arrancou a folha da máquina de escrever, e marcou de baton o canto da página(sim, ela havia marcado a história dele...) Apagou a luz e deitou-se sob o cobertor que um dia fora uma trincheira... A guerra havia acabado

terça-feira, 3 de janeiro de 2006

São Paulu

desejava que chuvesse...
a cidade parecia mais bonita com o asfalto molhado...A cidade parecia mais São Paulo.
Antigamente, quando ainda era moça, achava que todo mundo em São Paulo vivia mais que ela...Não era questão de ser mais triste ou mais feliz! Apenas mais intenso. Aí então ela colocou a mochila nas costas e deu no pé. Pegou um ônibus, depois carona com caminhoneiros, e ainda andou mais um bocado. Chegou (e é incrivel como nos contos todo mundo chega rápido a Sampa) e viu que as fotos às vezes mentem.
No inicio ela se sentiu meio que na Tv, achava que nem era de verdade. Quando passou pela primeira vez na av. Paulista pensou até que estava fazendo novela...E sim, o coração dela bateu mais forte(quando cruzou a Ipiranga com a S. João)...De tanto correr de um suposto arrastão! E agora estava ali, esperando que chuvesse...
E por um momento lembrou do interior do Ceará e pensou: Nada é tão diferente assim

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uma brincadeira! =*

sábado, 31 de dezembro de 2005

eu queria não saber...

"Canta para mim, qualquer coisa assim sobre você.Que explique a minha paz. Tristeza nunca mais. "

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Que o caminho de todos vocês sejaa iluminado nesse novo ano. Posted by Picasa

segunda-feira, 26 de dezembro de 2005

"Poderia até pensar que foi tudo sonho"

Ok, posso explodir? Sou uma boba idiota que já quebrou tanto a cara com as mesmas coisas e ainda assim não aprendeu o póstulado básico: "AS pessoas são insubistituiveis e isso é só carencia!" BABACA. Sim, babaca! As coisas não acontecem só porque é Natal! As pessoas não perdoam ou amam! Inclusive, quem foi que disse que as pessoas amam? E quem disse que algo aconteceu? Na sua cabeça as coisas são muito lindas. Mas a realidade é aquele sonho do qual você não pode acordar. ENTENDEU? não pode. Agora calce suas chinelas e se prepare pra mais um dia comum no inferno no qual você optou viver. E um péssimo Natal, sua vadia.


Meu Alter Ego é ótimo.... Posted by Picasa

segunda-feira, 19 de dezembro de 2005

Grom-grom

-Tum,tum.
-Grom,grom.
-Grom,grom não pode!É tum,tum.
-O seu faz tum,tum.O meu faz grom,grom.
-Todos os corações fazem o mesmo barulho.
-Isso é mentira!O meu faz grom,grom!
-Todos fazem tum,tum!
-O meu não vai ser tum,tum só porque você quer!
-É tum,tum porque é tum,tum.
-É grom,grom!
-Tum,tum.
-O meu faz grom,grom e pronto!
-Tum,tum!
-Você não manda no meu coração!
-É ?
-(Tum,tum.)É!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Hiperfeito.




















assim como a revolta com as pardes côncavas e sem pregos.
Era preciso perfeição em todo o resto... Para compensar a imperfeição do mais importante.
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terça-feira, 6 de dezembro de 2005















"The hours"
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sexta-feira, 18 de novembro de 2005

— E você, por que desvia o olhar?
(Porque eu tenho medo de altura. Tenho medo de cair para dentro de
você. Há nos seus olhos castanhos certos desenhos que me lembram
montanhas, cordilheiras vistas do alto, em miniatura. Então, eu desvio
os meus olhos para amarra-los em qualquer pedra no chão e me salvar do
amor. Mas, hoje, não encontraram pedra. Encontraram flor. E eu me
agarrei às pétalas o mais que pude, sem sequer perceber que estava
plantada num desses abismos, dentro dos seus olhos.)
— Ah. Porque eu sou tímida.

sexta-feira, 4 de novembro de 2005

O dromedário

efizema e promessa
bem quis ser poeta
bem quis ser poema
bem quis se mudança

Mas esperou a bonança
e bonança não teve
e criança não teve
nem esposa não teve

Então esperou pelo tempo
que dizia que tudo cura
E veio o tempo
o Estado
a República
veio a promessa
veio a mudança
veio a bonança
veio a esposa
veio a doença
(que a promessa não cumpriu
que a mudança não mudou
que a bonança não sorriu
que a esposa não pariu
que a criança não chorou
que o tempo não curou
que todo mundo partiu)
E só ele ficou (ele ficou só)
E como "ele" não rima com nada
abandonou a caneta
é que veio tudo mas diz ele
que faltou a tal vocação
(pra viver ou pra escrever?)

domingo, 30 de outubro de 2005

15 minutos

Sentia a pequena cápsula rompendo-se no seu estomago. O pó branco dispersava-se e misturava-se com seus líquidos. Entrou no sangue e por meio desse chegou à cabeça que já não funcionava tão bem. Assim, em seqüência lógica, também cansavam-se os braços, os olhos e os lábios. Os lábios: entreabertos pareciam querer soltar alguma palavra medíocre...Talvez “desculpas”...Talvez “não me arrependo”...Talvez nem quisesse dizer nada! Mas não queria chorar e era tão certa essa sua vontade que limparia as lágrimas se ainda sentisse as mãos.Longe dali, agora. Sabia que não seria fácil voltar agora mesmo ainda estando ali.

Quantos minutos perderia pensando em quantos minutos perdera por não estar aqui?Perdeu mais alguns minutos pensando em quantos minutos perdera com tantas outras coisas.

Pela primeira vez não sentiu o relógio no braço: Teria se livrado das algemas do tempo? Não! Ele sentia o relógio no braço. Mas não sentia o braço no relógio.

Sabia. Eram seus 15 minutos de liberdade diária. E desde então descobriu que a única coisa que lhe privava dessa tal liberdade era ele mesmo. Precisava livrar-se do homem que era (do homem que não era e até do homem com que sonharam em ser). Restavam que ainda 7 minutos e se achou demasiado estranho em acreditar que se livrando do homem que era seria livre. Corria contra os outros que buscavam sempre encontrar a si para ser livre.

4 minutos. O tempo psicológico era tão diferente dos minutos mecânicos. Quando mergulhava em si dessa forma sempre parecia gastar apenas alguns segundos e nesse pensamento perdera mais 2 minutos.

Voltou a sentir as pontas dos dedos, os olhos, os lábios. E perdeu seu último minuto pensando no porquê de nunca sentir o umbigo.
De volta.Calçou os chinelos, pegou a mochila e saiu atrás do homem que os outros queriam que ele fosse.



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Não gostei. Mas eu precisava tirar o blog do Hiatus!

terça-feira, 25 de outubro de 2005

=~

Oito Anos

Adriana Calcanhotto

Por que você é Flamengo
E meu pai Botafogo
O que significa
"Impávido colosso"?

Por que os ossos doem
enquanto a gente dorme
Por que os dentes caem
Por onde os filhos saem

Por que os dedos murcham
quando estou no banho
Por que as ruas enchem
quando está chovendo

Quanto é mil trilhões
vezes infinito
Quem é Jesus Cristo
Onde estão meus primos

Well, well, well
Gabriel...

Por que o fogo queima
Por que a lua é branca
Por que a terra roda
Por que deitar agora

Por que as cobras matam
Por que o vidro embaça
Por que você se pinta
Por que o tempo passa

Por que que a gente espirra
Por que as unhas crescem
Por que o sangue corre
Por que que a gente morre

Do que é feita a nuvem
Do que é feita a neve
Como é que se escreve
Réveillon

Well, well, well
Gabriel...


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Não tem jeito, até com pseudonimo ela sabe me pegar! :/

sábado, 22 de outubro de 2005

tédio pré-dominical

sumisso. sim! e um poema interrompido. talvez até uam garota interrompida! Tá tudo muito corrido e meu diafragma está exausto e pedindo um cigarro que nunca pediu antes. O meu fígado pedindo alcool e meu corpo pedindo gente. Nos fotologs do sábado a noite todo mundo parece viver mais.
Essa cidade parece tão vazia! e diabos, e a minha vida também! Não vejo mais graça em viver com a bunda no passado e a cabeça no amanhã que já é hoje.

Quem dera eu morrer como José Arcadio Buendia. Amarrem-me e usem para tanto uma corda de palavras.

domingo, 2 de outubro de 2005

não vou chora. Não vou cortar os cabelos e não vou passar a narvalha no pescoço. Nem mesmo minha pele de foca eu vou vestir. Não vou ajustar o relógio, não vou mudar o telefone.
Os domingos vão continuar no calendário, o telefone vai continuar mudo e a menina vão continuar reclamando. E que diferença faz? :)
Eu passo de um lado da rua
o tempo passa do outro.
ele está de mal de mim...Talvez porque eu esteja andando no sentido anti-horário. =)

Alguém tem um band-aid ai?

Haicai
Hai Cair
Vai Cair
(no clichê)

Puft! :P~

E de que clichê eu não gosto, meu deus? Até em amor eu acredito! [._.]'

sexta-feira, 30 de setembro de 2005

máscara negra

Tuas cores inversas as minhas. Eu sendo você o contrario mesmo sem saber quem tu és (mesmo sem saber quem eu sou)
.Nosso azuis

O que há de comum entre dois planos. E eu te devoro membro por membro enquanto se esfrega em outros corpos no meio da multidão.

.Nossos vermelhos

Hoje se pode fantasiar. Hoje pode fantasiar-se pois existem desculpas e argumentos e esse se acabam na quarta-feira quando eu volto a ser o homem tributavel e tu volta a ser o algo que não sei. Mas hoje sim, hoje eu tenho conheço do carnaval passado.

.Nossos brancos

E agora enfim você está aqui. Nossos líquidos se misturam e nossas palavras se perdem no meio das ondas. Me afogo em ti. Nos azuis da tua pele, no branco da sua boca...No vermelho dos teus olhos... Me deixo escorrer

.Nossas cinzas

Sentado no meio fio acendo um cigarro. É quarta-feira. Até o ano que vem que já é tarde e tuas lágrimas desmancham minha máscara negra.

quinta-feira, 29 de setembro de 2005

"Todo mundo aqui é tão chegado a decapitar as pessoas. Me surpreende que sobre alguém vivo. E o jogo não tem regras e se tem ninguém as segue! E todas as coisas são vivas e você não faz idéia da confusão que isso faz!"(Trecho de Alice no País da Maravilhas)

E eu que pensava que era só no páis das maravilhas que se decapitavam as cartas que sabiam de algo. Alienar, alienar, alienar! Essa é a ordem. E eu meio Alice me pergunto como consigo me manter viva no meio de todo esse jogo sem regras. Pintaram minha inocencia de vermelho e foram decaptados por isso.


devanear, devanear, devanear.

quarta-feira, 28 de setembro de 2005

E não esqueça de respirar.

Eu não me basto mais!

Escrever sobre mim já não é o suficiente! Nem para mim, tampouco para outros... Não nasci com o dom da palavra e não acredito que esse exista. Não sei desenvolver ideias, não sei terminar uma prosa, não sei rimar poesias.
Nem mais o humor refinado eu sei usar! Só essa necessidade de ver as letras se organizarem para formar um pedaço de mim, um alívio. Sim,escrevo por necessidade e não gosto.
Quando eu era pequena e ia ao médico ficava com medo de esquecer como respirava toda vez que ele mandava eu respirar fundo. Ficava horas e horas respirando fundo e sentindo medo de esquecer de respirar. Descobri que não dá para esquecer de respira... O corpo não deixa! E agora descobri que não dá para parar de escrever... Mas dessa vez é outra coisa em mim que não permite.

Eu não me basto mais!

domingo, 25 de setembro de 2005

Quintana e Eu.

"Realmente se a amizade for verdadeira, o que é bem difícil, jamais morrerá... porém se a amizade for somente pelo que o outro tem ou pode lhe proporcionar com sua presença, acaba quando chegam ao fim as vantagens..."

sexta-feira, 23 de setembro de 2005

Romantismo e demasia

pois hoje eu derramaria todos os Alvarez e Augustos num único desenho.

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

Copo Vazio?

"É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar

É sempre bom lembrar
Que o ar sombrio de um rosto
Está cheio de um ar vazio
Vazio daquilo que no ar do copo
Ocupa um lugar

É sempre bom lembrar
Guardar de cor
Que o ar vazio de um rosto sombrio
Está cheio de dor

É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar

Que o ar no copo ocupa o lugar do vinho
Que o vinho busca ocupar o lugar da dor
Que a dor ocupa a metade da verdade
A verdadeira natureza interior
Uma metade cheia, uma metade vazia
Uma metade tristeza, uma metade alegria
A magia da verdade inteira, todo poderoso amor
A magia da verdade inteira, todo poderoso amor

É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar"

(Gilberto Gil)
***

É nessas horas que tudo me parece relatividade(que tudo me parece dualidade) é que me lembro que o copo vazio pode ser um corpo vazio que nunca é vazio mas cheio de algo que substitui o que se existisse seria vazio da mesma forma.
Uma metade tristeza, uma metade alegria...Então sou mais de um se duas metades formam um inteiro e mais de duas metades tenho.E minhas várias metades cheias de ar mas nunca vazias são tão desiguais quanto a metade de um copo (pois meio copo nunca é meio copo, ou é mais ou é menos...Mas nunca meio!)
É sempre bom lembrar que um ar sombrio de um rosto pode ser mais que dor, pode ser mais que ar, pode nem ser.
Pois pra mim copo vazio é filosofia de buteco, de um bêbado qualquer que se queixa que acabou o vinho e tudo é tão vazio.
Não, meu bem , não sou mais um copo do qual todos bebem, do qual todos provam menos eu. Quero auto-fagia! Quero ser um cristo que pode provar do próprio corpo!

Deu o último gole enquanto as últimas notas da música espalhavam-se vazias. Colocou o copo cheio em cima da mesa, olhou o ar sombrio do rosto dela e bateu a porta atrás de si.


Lara

domingo, 11 de setembro de 2005

metadesespero

estar preso
tão preso (mas tão preso)
que não se consegue terminar a estrofe!

Eu em tua boca

às vezes pode ter um gosto amargo! Por mais que doa é sempre bom tá vendo a percepção que as pessoas têm de mim. Com que rapidez elas ocilam...COMO elas ocilam.
Hoje nojo, ontem amor. Ontem eu tinha atitude, hoje me faço de vítima... Pra uns eu tenho uma vida fodida cheia de gente escrota e pra outros eu sou a vilã história! O pior é que é tudo tão dualista, sabe? Unilateral e generalizado. Posso chamar isso de "preguiça de me conhecer"? Sabe-se lá!
Bem ou mal eu sou eu. Sendo o Eu algo que não é nada algébrico e definido no conjunto dos números reais.Bem ou mal, eu sou eu! Com minha pessoa, minhas perssona e meus posts clichês!

sexta-feira, 22 de julho de 2005


Milágrimas
Alice Ruiz

Em caso de dor ponha gelo
Mude o corte de cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema dê um sorriso
Ainda que amarelo, esqueça seu cotovelo
Se amargo foi já ter sido
Troque já esse vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada mil lágrimas sai um milagre

Caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa coma somente a cereja
Jogue para cima faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra penas viva apenas
Sendo só fissura ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena reze um terço
Caia fora do contexto invente seu endereço
A cada mil lágrimas sai um milagre

Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal do sal do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas três dez cem mil lágrimas sinta o milagre
A cada mil lágrimas sai um milagre Posted by Picasa

voltando com o Hello! >.< Posted by Picasa

Hoje

O dia está assim, tão estranho que parece normal: O sol, o barulho da panela no fogo, a vizinha cantando desafinado, o zumbido da CPU (os zumbidos da CPI) e uma solidão que entrou rasgando as paredes do meu quarto e puxando o cobertor logo cedo. Ela me incomoda, sim. Mas do que o cigarro que o outro fuma, ou do que o tédio e a obrigação.

Então vamos lá, descobrir os sonhos alheios?

Porque todos amam para sempre até mais tarde e isso me faz querer amar para sempre até daqui a pouco. Mas nem a falta de sorte do amar é válida.


No fim das contas, no fim dos contos... Pra mim nunca é um "felizes para sempre".

domingo, 3 de julho de 2005

A saga de uma certa Lara...

As pessoas vão e vem com os seus (des)encantos e toda essa doce múcica mecânica. Meus depoimentos são um tanto faz para elas. Os depoimentos delas são um tanto faz pra mim e assim a gente vai levando essa saga que algum doidivanas decidiu chamar vida.
Eu amo a todos mesmo assim, e vou ajudados a carregar a bagagem! =*

terça-feira, 28 de junho de 2005

Das coisas sem peso

Cálculos&cálculos
pra disfarçar a fome

meia hora pra falar de sexo
só falar

Nós somos bixos!
Acredito mesmo nisso?
Salada verde-mato. Eu mato?

Me mordo

Feijão e Arroz, sem peso

cansaço

esse pesa sim:

duas vidas e meia







Ps: resta saber de qualdos três é a meia vida.

segunda-feira, 27 de junho de 2005

Talvez a vida seja mais ou menos isso: esperar sentado no meio-fio peloque está por vir. Assistir aojogo de luz e sombra enquanto os insetos devoram a ferida inflamada.
As pessoas também se contrastam com luz e sombra: Os que brilham, dilatados, exalando odores. E os que são sombra? Simplesmente são! Só existem porque existe luz...Se projetam em paredes pálidas.






nota: ando escrevendo muito. Tudo estar no caderno. Estou colocando coisas de anos atrás. =]

terça-feira, 7 de junho de 2005

oi?

'Pois se deu que quem não tem colírio', usa óculos escuros e quem não sabe escrever fala de si, mesmo o refrão da música não tendo nada haver com o meu egocentrismo. Pensando bem (mentira, eu não pensei mais como eu preciso de trocadilhos baratos para encher as linhas) pensando bem podia ser 'quem não tem cão caça com gato' ou 'se não tem tu vai tu mesmo' o que dá na mesma e continua sem ter relação alguma com as coisas que eu escrevo.

- Mãe, eu quero um cachorro. Agora!
- Pra quê, pra tu fazer que nem tu fez com o outro?
- Mas eu era pequena, não sabia cuidar.
- Mas por que diabos foi inventar um cachorro logo agora?
- Tô me sentindo só, só isso.
- Arranja um amigo, sai mais barato.

Ao menos cachorro não tem que fazer simulados da UECE ou passar no vestibular. Mas judiação com o pobre do cachorro, eu não gostaria que alguém me tivesse.
Tenho que culpar alguém, e como não vai ser a mim (Lógico) vai ser essa mídia 'dia dos namorados'. Aê! consegui um sentido para os trocadilhos. Não tenho namorado, mas tenho um cachorro... ¬¬
Cê sabe o que é Tv em rede aberta quando cê tá com a perna engessada? Note&Anote, Tv Xuxa ou Na boca do Povo. É nessas horas que eu queria vocação pra puta. Tem gente que sente tesão por cada coisa, né possivel que não exista uma criatura que tenha tara por pé engerrado. Vai saber.

Chega de c* docê. :0]

terça-feira, 31 de maio de 2005

Minha vó quis me dar nome bíblico

Era uma vez (ou dua, três, quatro ou quantas vezes ele conseguisse usar esse recurso super clichê de brincar com o 'era uma vez') aquela criatura que causava pena a todos e que atravessava a rua em pleno o sol escaldante de meio-dia. Eu não, eu não sentia pena porque eu como ele também tinha que atravessar a rua no sol escaldante de meio-dia para tomar o ônibus onde as pessoas se amontoam com formigas e estão com tanta fome que nem ligam se tem alguém pisando no pé. Ele se vestia bem, era até arrumadinho, e talvez devesse culpar o uniforme da escola por isso. Causar medo aos outros ele não causava, afinal as criaturas não sabiam realmente o que ele era e apensa sentiam pena da sua solidão. Mas como eu nessa história sou mais importante até do que o tal do personagem, eu vou falar de como eu via ele. :P
Eu via ele com esses dois olhos míopes e como um incomodo gigantesco. E sabia que o uniforme era apenar o escudo da imundicie queele acumulava por dentro. E dái?
Eu sei que ele atravessou a rua e foi-se embora, e como toda história que eu escrevo o errendo não tem final.
A culpa é da minha vó que quis me chamar de Isaac e não de Arthur. Deu na mesma!

sexta-feira, 27 de maio de 2005

.essa não é a linha do título

título: eu-sou-uma-criatura-que-sabe-falar-palavrão-mas
-não-gosta-de-cbjr-mas-sabe-que-é-muito-feio
-garotas-que-falam-palavrão-e-ainda-mais-falam
-de-sexo-com-garotos-do-sexo-masculino
-porque-existem-garotos-do-sexo-feminino-
e-asexuados-eesse-título-não-caberia-na-linha

eu descobri que eu sou vulgar. Eu descobri que eu sou muito vulgar. eu descobri que eu tenho a boca suja. desculpa papai do céu. eu descobri que todo mundo é vulgar. eu descobri que nem todo mundo é sincero. eu sou sinceramente vulgar! entendeu? mas eu ainda amo minha inocência e ainda acho que sinceramente casar virgem é bonitinho. eu não vou casar. deve ser por isso que eu não vou esperar tanto. ok eu tô falando besteira. eu sempre falo besteira. agora com um monte de ponto minhas conversas se tornaram lineares. mas
as coisas retas
são tão
chatas.
além do mais é ultra muderno izcrever
coisas fora do lugar e dar movimento as palavras.



Garanto que se eu dominasse a arte parnasiana eu não escreveria com as concordancia torcadas. ok.


.e se o ponto vier antes?

tchau.